Com apenas quatro cliques num smartphone ou tablet, com sistema Apple iOS ou Android, os utilizadores podem ter acesso a hotéis em 60 cidades da Europa. Em Portugal, é possível reservar em Lisboa, Porto, Cascais, Estoril, Sintra, Vilamoura e Albufeira. Descarregar a aplicação não implica qualquer custo, afirma o responsável.
Briefing | Como é que se lembrou de criar a Blink?
Gonçalo Pinto | Este serviço é pensado para todos os que, por qualquer razão, não sabem onde vão dormir nessa noite e querem fazer uma reserva de última hora, num bom hotel e a preços reduzidos. A Blink tem o objetivo de preencher uma lacuna no mercado. Não havia em Portugal, ou em grande parte da Europa, um serviço semelhante. Queremos que os portugueses descarreguem a aplicação e se lembrem que, se necessitarem de marcar um hotel de quatro ou cinco estrelas, com desconto, à última hora, podem usar a Blink. Todo o processo de reserva é intuitivo e simples e resume-se a 4 cliques num smartphone ou tablet, com sistema Apple iOS ou Android e se o utilizador encontrar uma tarifa mais barata para essa oferta, a Blink paga a diferença.
Briefing | É apenas para reservas de “last minute”?
GP | Sim. É esse o nosso foco. Esta aplicação permite, entre as 11h00 e as 06h00, reservar um quarto de hotel para essa noite, em Lisboa, Porto, Cascais, Estoril, Sintra, Vilamoura, Albufeira, ou em mais de 60 outras cidades da Europa. A reserva é de “last minute” mas pode ser reservada mais do que uma noite, conforme a vontade e necessidade do cliente.
Um empresário de Lisboa que tenha uma reunião de última hora no Porto, alguém que queira ter uma noite diferente e só o decida à última hora, podem agora contar com a Blink, marcando um quarto no espaço de um minuto.
Briefing | É uma solução 100% portuguesa?
GP| Portugal é para nós um mercado estratégico. Queremos que esta aplicação faça parte do dia-a-dia dos portugueses. Pretendemos que descarreguem a nossa aplicação para o caso de, à última hora, necessitarem de um hotel. A solução é de origem espanhola e tem parceria com mais de 800 hotéis em toda a Europa.
Briefing | Tem custos?
GP | Descarregar a nossa aplicação não tem custos. O único custo é a tarifa do hotel, e mesmo essa, é 20 a 70 por cento mais baixa dos que os preços de mercado. Instalar a aplicação no seu smartphone ou tablet é simples e gratuito.
Briefing | Como é que está a ser feita a divulgação da app?
GP | Sabemos que o “boca a boca” é muito importante. Contamos com os primeiros clientes para a espalhar a mensagem de um serviço rápido, simples e eficaz. Para além disso investimos na comunicação, incluindo as redes sociais, vitais nos dias de hoje.
Briefing | Quais as potencialidades de evolução desta app?
GP | A margem de evolução da aplicação passa pelo aumento do número de hotéis e cidades. Em Portugal, começamos por ter oferta no Porto e em Lisboa e, no início de agosto, fechámos acordos com hotéis de Cascais, Sintra, Estoril, Albufeira e Vilamoura. Para além da oferta em Portugal, qualquer português que recorra à Blink tem acesso a hotéis de qualidade em Espanha, França, Alemanha, Irlanda, tália, Inglaterra, Escócia e País de Gales. Contamos crescer nestes países e chegar a outros.
Fonte: Briefing

