Apesar de o género ser uma das variáveis menos determinantes, verificou-se que os homens têm uma maior afinidade com a imprensa do que as mulheres: neles a taxa de penetração da leitura de jornais e revistas em 2011 foi de 90,9 por cento, contra 82,7 por cento entre elas.
Por idades são os mais jovens que mais leem jornais: a taxa de penetração da imprensa é maior – 97 por cento – entre os 25 e os 34 anos, entrando em declínio a partir dos 55 anos e atingindo o ponto mais baixo entre os maiores de 64 anos.
São os quadros médios e superiores o target social com maior afinidade com a imprensa, com uma taxa de cobertura de 98,4 por cento. Trabalhadores não qualificados, reformados e domésticas são os com menores hábitos de leitura de jornais e revistas. Os estudantes apresentam valores acima da média, na ordem dos 94 por cento.
Numa análise por regiões, verificou-se que, em 2011, foi na Grande Lisboa e no Grande Porto que mais se consumiram jornais e revistas, com taxas acima dos 90 por cento. No Interior Norte e no Sul do País a imprensa apresenta uma penetração inferior à média nacional.
Segundo os resultados do Bareme Imprensa, o ano passado, 86,6 por cento dos residentes em Portugal Continental com 15 ou mais anos leu, ou pelo menos folheou, um jornal ou revista.
Fonte: Marktest

