“Nunca aceitei que os media fossem o quarto poder, em compadrio pouco saudável com os outros poderes, tanto os poderes políticos como os económicos, os desportivos ou os culturais. As nossas obrigações só serão cumpridas se obedecermos as regras deontológicas da profissão. Isso implica independência perante os interesses que procuram utilizar os media em proveito próprio”, afirmou Francisco Pinto Balsemão no momento da atribuição do prémio, concluindo: “Lifetime achievement para mim significa que estou vivo. E permite-me dizer, mais uma vez, que prefiro morrer de pé a vergar-me a qualquer tipo de pressão”.
O prémio foi atribuído por um júri constituído por Manuel Alves Monteiro (Presidente), Alberto de Castro, António Monteiro, Francisco Murteira Nabo, João Duque, José Miguel Júdice, Miguel Athayde Marques e Vítor Bento.
Fonte: Impresa

