Caracterizada “pelo seu relevo em socalco, pelas vinhas, pelo rio e pela cor”, a paisagem do Douro é a que mais seduz os portugueses – obtendo a melhor classificação no universo em análise, conseguindo uma avaliação 21% acima da média nacional.
Todas as variáveis aparecem cotadas acima da média nacional: além paisagem natural (95% em relação a 79% da média), são os casos da gastronomia (86% para 76%), património histórico (83% para 74%), simpatia da população local (80% para 69%), oferta hoteleira (73% para 70%), paisagem urbana (72% para 66%) e clima (77% para 74%). A excepção é a oferta cultural e social, que, ainda assim, está ao nível médio das restantes regiões (61%).
De acordo com este estudo, a marca Douro, tem um grande potencial no universo de 13 regiões nacionais analisadas: Porto, Norte de Portugal, Centro de Portugal, Lisboa, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Douro, Serra da Estrela, Oeste, Alentejo Litoral, Leiria – Fátima, Turismo das Terras do Grande Lago Alqueva – Alentejo.
A oferta hoteleira é também referida com frequência, explicando 28% da atractividade da marca. Com uma avaliação 5% acima da média, a região “tem apostado no turismo de qualidade e, ao longo dos últimos anos, muitas foram as quintas que se transformaram em empresas e unidades turísticas, o que torna a oferta hoteleira um atractivo per si na medida em que potencia e gera uma experiência efectiva e única do destino”, lê-se no documento.
António Martinho, presidente da Turismo do Douro, acredita que a análise da Brandia traz a confirmação de uma opção estratégica: “O Douro tem de continuar a aumentar o seu potencial de captação e de retenção de turistas, através de programas de animação de dinamização cultural como são o Douro Film Harvest® ou Festival das Aldeias Vinhateiras. E é muito recompensador verificar que os portugueses reconhecem no Douro um destino de excelência, com uma marca de valor forte e inconfundível, e que partilham a paixão de quem aqui vive”.
Fonte: LPM

