Lícínio Almeida, diretor geral da Audi, afirma que, apesar da recessão prevista para Portugal, tem uma visão “otimista” para este ano.
Segundo dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), as vendas de carros ligeiros registou nos primeiros três meses do ano uma quebra de 15,2 por cento comparando com o mesmo período de 2010, mas Licínio Almeida considera que, “apesar da crise, os portugueses continuam a gostar de automóveis e vão continuar a comprar porque são ‘loucos’ por tecnologia”, sendo que o Audi A6 é um modelo com preços acima dos 50.950 euros.
Embora a marca alemã esteja com uma quebra nas vendas de 5,6 por cento entre janeiro e março – um valor que, apesar de tudo, está melhor que a média do mercado -, Licínio Almeida acredita que a Audi vai crescer na quota de mercado, como indicam os dados da ACAP até março. A marca alemã subiu de uma quota de 3,86 por cento em março de 2010 para 4,30 por cento em março deste ano.
Observando que “nenhum segmento de mercado vai ficar imune à crise”, o diretor geral da Audi acredita que o A6 tem argumentos “para reforçar a posição da marca no segmento”, já que a Audi “nunca teve uma gama de A6 tão completa”.
Licínio Almeida revelou também que a versão carrinha do A6 será lançada em setembro, enquanto que o ‘allroad’ virá só no início de 2012.
O novo Audi A6 vem com alta tecnologia incorporada, sendo que a grande novidade está ao nível da sua construção: o chassis é híbrido, constituído por aço e alumínio. O diretor geral da Audi refere que o novo modelo enquadra o “conforto e harmonia com uma condução agressiva”.
Em termos de preços, o A6 a gasolina irá custar entre os 60.200 euros e os 79.950 euros, enquanto que os modelos a gasóleo estarão entre os 50.950 e os 75.950 euros.
AJG.
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