Acordo mútuo evita despedimento colectivo no “Expresso”

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A Sojornal, empresa da Impresa Publishing que edita o “Expresso”, chegou a um acordo com 15 dos 17 trabalhadores abrangidos pelo processo de rescisões iniciado em Novembro, afastando o cenário de despedimento colectivo que ocorreria se a administração não chegasse a entendimento com pelo menos 5 funcionários.

Foram 12 os trabalhadores que chegaram a um acordo mútuo com a administração quanto as moldes de restrição. A empresa partiu desde logo para as negociações, aquando do anúncio da restrição, oferecendo 1,25 de mês de salário por cada ano de casa, o que veio a evoluir para outros valores.

Os outros 3 funcionários do “Expresso” chegaram a um entendimento que lhes permite continuar na empresa, ainda que isso implique a diminuição salarial e a redução de horário.

Os restantes 2 colaboradores da Sojornal estão em vias de acertar a sua situação, o que significa que o processo está praticamente fechado. Desta maneira, conseguiu-se evitar a concretização de um despedimento colectivo, situação que seria inédita no “Expresso”.

Dos funcionários que faziam parte da lista de rescisão, faziam parte fotógrafos, “desks” e pessoal administrativo.

O argumento da administração para avançar com as rescisões passou pela necessidade de redução de custos do jornal devido à diminuição das receitas publicitárias e pelo aumento do IVA nas publicações especializadas.

Na selecção dos trabalhadores a dispensar estiveram em causa critérios como o nível de remuneração, a existência de um historial de conflito com as chefias e a dificuldade de adaptação aos níveis de exigências do jornal.

Fonte: Jornal de Negócios

Segunda-feira, 17 Janeiro 2011 11:07


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