Mariana Cunha desliga com boas histórias

Compreender as pessoas é o ponto de encontro das escolhas da diretora de Marketing da Clínica Mulher. Do podcast de Mariana van Zeller aos livros sobre comunicação e relações familiares, Mariana Cunha revela ainda que continua a regressar a uma música especial e que encontrou em “The Kominsky Method” uma das séries que mais a tem marcado.

Mariana Cunha desliga com boas histórias

Que podcast estou a ouvir

“Into the Dangerous World”, da jornalista Mariana van Zeller. Vi o documentário “Trafficked” e agora passei para o podcast. Na adolescência queria ser jornalista e cheguei a licenciar-me nessa área. Tenho uma enorme admiração por quem consegue aproximar-se de realidades ocultas e trazê-las até nós. A Mariana faz esse trabalho com uma enorme dose de coragem e honestidade.

Um livro que estou a ler

Estou a alternar entre dois livros muito diferentes: “Surrounded by Idiots”, de Thomas Erikson e “I’m Glad My Mom Died”, de Jennette McCurdy. 

O primeiro porque gosto de tudo o que tem a ver com comunicação e relações interpessoais. É uma abordagem bastante simplista do tema, mas qualquer livro que me ajude a pôr-me no lugar dos outros já vale a pena.

O segundo foi um presente das minhas filhas.  O título fez-me parar e ler duas vezes, mas a história é muito mais complexa do que isso. É um testemunho duro e muito cru sobre uma relação tóxica entre mãe e filha. Tenho cinco filhos e não consigo deixar de deixar de pensar que existe uma linha muito ténue entre proteger, controlar e projetar as nossas expectativas nos nossos filhos.

Uma música que não me sai do ouvido

“I’d Rather Dance with You” dos Kings of Convenience. Foi a música que substituiu a valsa no meu casamento e, apesar de já terem passado 15 anos, continua a produzir exatamente o mesmo efeito. Leva-me a esse estado de espírito, mesmo em dias difíceis. 

O que ando a ver

“The Kominsky Method”. O elenco está absolutamente brilhante e leva-nos de um extremo ao outro no mesmo episódio. Faz-nos rir da vida, dos egos e das fragilidades humanas, mas também nos confronta com temas difíceis, como envelhecer, perder pessoas no caminho e aceitar que a vida muda. 

Sexta-feira, 31 Julho 2026 09:02


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