O investimento, que rondou os quatro milhões de euros, deu origem a um espaço dedicado às artes e à cultura portuguesas, inspirado na proximidade ao Teatro Nacional, ao Politeama e ao Coliseu – o hotel fica entre a Rua das Portas de Santo Antão e o Largo do Regedor –, mas inspirado também no próprio ator de clássicos como “A Canção de Lisboa”.
O edifício recuperado data dos anos 50, tendo sido intervencionado pelo do arquiteto João Tiago, com design de interiores de Nini Andrade Silva. As linhas exteriores são sóbrias, mas o interior remete para os ambientes boémios, sendo evidentes os apontamentos alusivos a Vasco Santana, emoldurados pelo veludo vermelho que cobre as paredes dos espaços comuns.
São 16 apartamentos e cinco quartos, em cinco andares, cada um deles pensados para proporcionar uma atmosfera cénica.
Além da viagem pelas artes, é possível viajar pela gastronomia lisboeta, n’O Ato, o restaurante do hotel em que pontua do chef Miguel Laffan.



