O modelo de investimento também sofreu alterações: as startups selecionadas são avaliadas em um milhão de euros, recebem logo à partida 15 mil euros, em troca de 2% do seu capital, “para poderem estar completamente focadas no desenvolvimento do produto, sem preocupações financeiras”. Mais tarde, há a opção de investir até mais 55 mil euros por 5% do capital, para as startups que mais se destacarem no programa.
A Beta-i justifica a mudança com o sucesso da edição passada: “85% das startups receberam propostas de investimento dos parceiros do Lisbon Challenge, um valor que confirma o posicionamento internacional do programa”.
“Os resultados refletem uma aposta na combinação de dois elementos chave. Em primeiro a capacitação e oportunidades de interação proporcionados pelo programa e, em segundo lugar, o esforço em criar um ecossistema de investimento, que incentiva o coinvestimento entre investidores portugueses, principalmente em rondas pre-seed, e potencia o coinvestimento com investidores internacionais – principalmente em rondas seed”, afirma o CEO da Beta-i, Pedro Rocha Vieira.
As equipas têm oportunidade de contactar com mais de 200 mentores e investidores internacionais, ao mesmo tempo que participam em workshops, sessões de prática de apresentação, e eventos de networking.
O parceiros financeiros do Lisbon Challenge são a LC Ventures, sociedade de capital de risco associada à Beta-i e a Red Angels.
O Lisbon Challenge arrancou em 2013 e, ao longo das suas nove edições, contou já com a participação de 220 startups, de mais de 50 países. As equipas que passaram por este programa somam algo como 65 milhões de euros de investimento total.

