As bolsas serão atribuídas a trabalhos de investigação em diferentes áreas (política, economia, questões sociais, culturais ou históricas), “desde que diretamente relacionadas com Portugal e com os portugueses”.
A seleção dos bolseiros será feita por um júri constituído por António Granado, Cândida Pinto, João Garcia, José Pedro Castanheira e Maria Flor Pedroso. Caberá ao júri, nomeado anualmente pela Fundação, apreciar os projetos de investigação jornalística, selecionar as candidaturas e distribuir a verba disponibilizada pela Fundação, com base na adequação do currículo de cada candidato, a relevância jornalística do projeto, a sua oportunidade, exequibilidade e a possibilidade de divulgação num órgão de comunicação social (seja em suporte escrito, audiovisual ou digital).
Segundo a presidente da Fundação, Isabel Mota, a Gulbenkian “tem vários compromissos com a sociedade, sendo um deles contribuir para o debate sobre temas atuais, que assumem uma importância crescente. Um desses temas é o jornalismo e o seu futuro”. Considera ainda que “para uma sociedade verdadeiramente democrática, é essencial garantir um jornalismo independente e qualificado.”
As candidaturas às bolsas de 2018 decorrem de 4 de junho a 31 de agosto.
A apresentação oficial acontece nesta quinta-feira, 17, na Fundação, com um debate entre Francisco Pinto Balsemão e Paulo Portas sobre o jornalismo e a democracia e um painel dedicado ao jornalismo de investigação.

