30 anos Cofidis: Acelerar sem perder o que nos liga

Há 30 anos que a Cofidis acompanha a vida dos portugueses. Três décadas atravessadas por mudanças profundas na sociedade, na tecnologia, nos comportamentos, e na forma como as pessoas se relacionam com as marcas e com o setor financeiro.

30 anos Cofidis: Acelerar sem perder o que nos liga

Celebrar este percurso implica reconhecer o que foi construído, mas também olhar para o que vem a seguir. Porque uma marca com história não tem de viver presa ao passado. Pode encontrar nessa história a confiança necessária para continuar a transformar-se.

“Não estamos de todo presos ao passado, apesar de nos orgulharmos dele. Queremos olhar em frente, porque acreditamos que o me lhor de nós está por chegar”, afirma a Head of Brand and Performance da Cofidis Portugal, Rita Tomé Duarte.

Num tempo marcado pela aceleração, este desafio ganha uma nova dimensão. Acelerar não significa apenas fazer mais depressa. Para uma marca, significa evoluir, antecipar novas necessidades e acompanhar a transformação da sociedade, preservando aquilo que a torna relevante para as pessoas. É nesse equilíbrio entre mudança e continuidade que a Cofidis chega aos 30 anos.

A Cofidis foi acompanhando essa aceleração e a própria história da marca ajuda a perceber como a transformação foi dando resposta a novas formas de viver, comunicar e relacionar–se com os serviços financeiros.

Em 1996, chegou a Portugal com uma proposta inovadora, ao tornar possível pedir cré dito por telefone. Em 2011, a assinatura “De pessoas para pessoas” colocou a proximidade e a humanização no centro da relação com clientes, parceiros e colaboradores. Trinta anos depois, a transformação ganha uma nova expressão com o rebranding desenvolvido a nível europeu pelo Cofidis Group.

Mais do que assinalar uma mudança de identidade visual, o rebranding materializa uma marca que olha para o futuro sem renunciar à relação construída ao longo de 30 anos. E os novos elementos gráficos procuram traduzir precisamente essa evolução.

“Este rebranding, feito a nível europeu pelo Cofidis Group, tem um aspeto muito interessante, nomeadamente a alteração do lettering, em que o nosso nome, Cofidis, passa a ter o ‘C’ e o ‘O’ ligados. O que representa esta ligação que temos com os consumidores, com os colaboradores e com a comunidade. Por outro lado, o nosso sol passou da esquerda para a direita, ou seja, de dentro para fora. Isso significa que pretendemos ter uma maior abertura para o exterior e que queremos estar cada vez mais atentos às necessidades que nos chegam de fora”, explica Rita Tomé Duarte.

Ligação e abertura tornam-se, assim, duas expressões da mesma evolução: preservar a proximidade construída ao longo do tempo e, simultaneamente, reforçar a capacidade de ouvir e acompanhar aquilo que muda à volta da marca.

A tecnologia permite responder mais depressa. A digitalização simplifica processos. Os novos canais tornam os serviços mais acessíveis. Mas há dimensões da relação entre pessoas e marcas que não podem ser reduzidas à velocidade. A confiança é uma delas.

No setor financeiro, onde muitas decisões estão diretamente ligadas a projetos, necessidades e momentos importantes da vida das pessoas, essa confiança assume uma relevância particular. Por isso, a transformação não pode ser apenas tecnológica. Tem de preservar também a dimensão humana da relação.

É aqui que a proximidade ganha um significado que vai além da presença física ou digital. Ser uma marca próxima é estar disponível, mas é também saber ouvir, compreender necessidades diferentes e acompanhar a mudança.

Num contexto de aceleração permanente, o progresso passa também por conseguir usar a inovação para aproximar, e não para criar distância.

“Quanto mais rápidos e digitais se tornam os processos, maior é a responsabilidade das marcas de garantir que essa evolução continua a fazer sentido para as pessoas. A tecnologia pode simplificar, mas não deve criar distância nem retirar à relação aquilo que constrói confiança”, sublinha Rita Tomé Duarte.

Porque acelerar não significa avançar sozinho. Para uma marca, implica perceber como mudam as pessoas que acompanha, identificar novas expectativas e estar disponível para rever a forma como responde a elas.

Para a Cofidis, esta abertura ganha especial significado aos 30 anos. Ao longo desse percurso, também a forma de estar próxima evoluiu, acompanhando a aceleração dos comportamentos, dos canais e das necessidades. A experiência acumulada permite reconhecer o caminho percorrido; a atenção ao exterior ajuda a perceber o caminho que ainda falta percorrer.

Para uma marca com três décadas, transformar-se é um exercício de equilíbrio.

É necessário acompanhar consumidores mais informados e exigentes, novas formas de interação e a velocidade com que a sociedade muda. Mas a relevância de uma marca não se constrói apenas pela capacidade de acompanhar tendências. Constrói-se também nas relações que consegue manter ao longo do tempo.

É nesse território que a Cofidis procura continuar a evoluir: conjugando inovação com proximidade, transformação com confiança e eficiência com uma relação mais humana.

O rebranding torna essa evolução visível. Os 30 anos dão-lhe contexto. Mas o que está em causa vai além de ambos. Está na capacidade de uma marca com três décadas de história continuar a questionar-se, a ouvir o que acontece à sua volta e a adaptar-se sem perder aquilo que a liga às pessoas.

Num mundo em aceleração, talvez seja esse um dos maiores desafios para qualquer marca: distinguir as mudanças que criam valor do ruído inevitável que acompanha cada nova tendência.

“Acompanhar a mudança não significa seguir tudo o que é novo. Significa perceber o que pode criar valor, ter abertura para evoluir e, ao mesmo tempo, saber o que não queremos per der. É esse equilíbrio que permite a uma marca continuar relevante ao longo do tempo”, conclui Rita Tomé Duarte.

Para a Cofidis, os próximos anos começam precisamente aí: na vontade de continuar a avançar, mantendo proximidade, humanidade e confiança no centro da relação com as pessoas.

Terça-feira, 20 Outubro 2026 10:59


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