Em entrevista ao Briefing, Eduardo Pinto fala das potencialidades desta tecnologia aliada à criatividade:
Briefing | O que é a We Are Interative? Que necessidade/que lacuna no mercado do marketing está subjacente à sua criação?
Eduardo Pinto | A We Are é uma empresa que utiliza um mix de meios tradicionais aliados às novas tecnologias para comunicar mais eficazmente, seja em eventos, com projeções vídeo de grande formato e/ou formatos inovadores (3D Stereoscopic Video Mapping), seja numa ativação de marca com a criação mupies e stands interativos. Uma boa equipa técnica e um excelente relacionamento com parceiros e fornecedores faz com que o produto final sejam peças simples, de rápida interação e muito impactantes. Criamos boas experiências com peças inovadoras para comunicar e os nossos conteúdos têm ainda potencial para se tornarem virais.
Briefing | Como é que a empresa chegou à tecnologia de stereoscopic vídeo mapping? Como foi pensada e desenvolvida?
EP | Era algo que queríamos há muito fazer, mas só agora foi possível graças à boa relação que temos com os nossos parceiros de audiovisuais, nomeadamente, a Europalco. Foi pensado e desenvolvido com eles. Nós temos os conteúdos e eles o equipamento para projetar 3D em qualquer superfície. Em conjunto exploramos todas as potencialidades desta tecnologia.
Briefing | Como é que se coloca esta tecnologia ao serviço da criatividade?
EP | Essa é a questão que colocamos todos os dias, sempre que vemos algo novo, inovador. Esta tecnologia só faz sentido com criatividade. Foi ela que nos levou a testar esta nova tecnologia. É a nossa base aliada com a tecnologia.
Briefing | Qual a sua aplicabilidade enquanto ferramenta de marketing? Que mais-valia traz às marcas a sua inclusão numa ação de ativação?
EP | Transforma a relação das pessoas com as marcas através do impacto que o 3D Video Mapping causa no público. Criamos boas experiências que são impactantes por ser muito interativas.
Briefing | É possível medir o impacto do uso desta ferramenta versus uma situação de não-uso?
EP | Na ativação de marcas tentamos incluir a partilha das peças que fazemos nas redes sociais, pois se for através destas conseguimos fazer o tracking do impacto dos nossos produtos.
Briefing | É adequada a todas as marcas e a todas as ações ou limitada a situações muito concretas?
EP | Sempre que falamos de projeções de grande dimensão referimo-nos a contexto específico que pode ser limitativo no sentido em que só funciona em ambientes de luz controlada. Para situações onde tal não é necessário recorremos a outros suportes como por exemplo o vídeo wall.
Briefing | Em termos de orçamento para o marketing, o recurso a esta tecnologia não encarece as ações?
EP | Requere um investimento que tem retorno no fortalecimento da relação do consumidor com a marca.
Fonte: Briefing

