A campanha surge no seguimento do alerta da associação “para a realidade ainda obscura da violência praticada contra as pessoas idosas”, que diz ter aumentado em Portugal nos últimos anos.
“A consciencialização da população conduziu ao incremento do número de pessoas apoiadas”, diz a APAV, que aponta, contudo, “ainda muitos obstáculos, como as barreiras mentais, a dificuldade de acesso e compreensão da informação, a dependência, a vergonha e a fragilidade persistem aliadas à perceção pouco generalizada do problema”.

