O grupo existe há dez anos em Espanha e há quatro deu-se a conhecer a Portugal. Atualmente, marca já presença em vários países da europa e América Latina, surgindo da evidência de que o mercado exige cada vez mais aos trabalhadores: têm de ser mais produtivos e mais competitivos, o que os leva, muitas vezes, a ter alguma dificuldade ao gerir a vida profissional com a pessoal e familiar.
Foi a pensar nestes obstáculos que a Albenture nasceu, dirigindo os seus serviços “a todos os quadros das empresas, desde multinacionais a firmas de todos os tamanhos, interessadas em ser amáveis com os seus funcionários”, explica a empresa. Além de tratar dos assuntos pessoais, como o apoio legal em questões relacionadas com matrimónio, divórcio, heranças, reclamações e outros, também fornece apoio familiar quando chega a altura de marcar férias, organizar uma viagem, atividades para as crianças e para os mais velhos. “O serviço é contratado pelas empresas e funciona como uma mais-valia para o trabalhador”, adianta.
E o que ganha uma empresa ao comprar os serviços do grupo? De acordo com a diretora da Albenture em Portugal, Regina Cruz, “o retorno para a empresa é evidente na redução do absentismo, no aumento da produtividade, na retenção de talento, numa melhoria da imagem da empresa”. “O funcionário que vê os seus problemas resolvidos pela sua própria empresa é, com toda a certeza, um trabalhador muito mais comprometido, mais focado nos seus objetivos, mais feliz”, explica ao Briefing.
Para que possa dar resposta aos pedidos de ajuda, a Albenture atua como um centro integrado, contando com o auxílio de “profissionais em diversas áreas e assessores dedicados”.
Atualmente, o grupo possui cerca de 500 empresas clientes nos vários segmentos de mercado, 200 blue chips e “muitas delas listadas no ranking Fortune Global 500”, adianta a diretora. “Muitas das empresas que estão connosco constam das listas das melhores empresas para trabalhar”.
Com a recente expansão do grupo para a América do Sul e América Central, a Albenture conta fechar o ano “com números muito positivos”, garante Regina Cruz. “Também na Europa, e apesar do contexto atual, muitas empresas apostam no recurso mais precioso que têm, as pessoas. E essa aposta traduz-se num aumento da retribuição emocional, o chamado ‘salário emocional’ potenciado por serviços como os prestados pela Albenture”, avança ao Briefing a diretora.
Relativamente a custos, Regina Cruz esclarece que 80 por cento dos serviços prestados pela Albenture não têm qualquer custo para os colaboradores das empresas clientes do grupo. “Os restantes 20 por cento têm um custo bastante reduzido”.
Catarina Caldeira Baguinho
Fonte: Briefing

