O júri desta edição foi composto por Alessandro Rabottini, curador do GAMeC (Bergamo), Carolina Rito, curadora independente (Londres), Elena Filipovic, curadora no Wiels (Bruxelas), Filipa Loureiro, curadora do Museu de Serralves (Porto) e Lorenzo Benedetti, Director do Kabinetten van De Vleeshal (Holanda).
Diana Carvalho apresentou a concurso um projeto a materializar em fotografia analógica ampliada a partir de processos digitais (jacto de tinta sobre papel ou projeção slide). As imagens correspondem a planos, muito semelhantes, de uma piscina que pertence ao Clube Aquático Bosque da Saúde, em São Paulo (Brasil) e que a artista captou desde a varanda da sua casa em novembro de 2011.
Já Joana Escoval pretende desenvolver um projeto que parte da observação de um aquário de Lisboa, o hoje considerado obsoleto Vasco da Gama (uma espécie de versão “museificada” de aquários e espaços científicos), mais especificamente de dois cavalos-marinhos aí residentes.
A fotografia analógica e o filme são as “telas” de Tiago Casanova num projeto em que “pretende questionar o significado de Memória através do cariz documental da fotografia, explorando conceitos como perdidos e achados, recuperação, restauração, conservação e destruição de arquivos pessoais e de memórias.”
Por fim, a dupla formada por Mariana Caló e Francisco Queimadela apresentou uma instalação vídeo intitulada “Observatório do Desconhecido”. Que pretende mostrar a “imagética relacionada com a noção de descoberta e revelação do desconhecido, desenvolvida no panorama cultural português ao longo dos tempos”.
Fonte: LPM

