O
caso remonta a 1994, quando Alfredo Sáenz era o presidente do Banesto,
tendo então apresentado uma queixa por fraude e ocultação de bens contra
quatro empresários “sabendo que eram inocentes”, conforme relata o
jornal El Mundo, citado pela agência espanhola EFE.
Segundo terá
apurado a justiça espanhola, esta acusação foi levantada para pressionar
a cobrança de uma dívida de 3,8 milhões de euros contraída no Banesto
por uma empresa detida, entre outros, pelos quatro empresários acusados,
tendo resultado na sua detenção durante vários dias.
A sentença
hoje antecipada pelo El Mundo terá sido decidida em dezembro e será
divulgada oficialmente nos próximos dias, implicando a saída imediata do
número dois do Santander do seu posto.
Fontes do Santander
consultadas pela EFE não quiseram comentar esta matéria e adiantaram que
não o farão até que se conheça a sentença.
DN.
*** Este
texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim
