Para alcançar esta meta, a estratégia da empresa passa pela aceleração da convergência na televisão paga e pelo aumento da competitividade no segmento pessoal do mobile.
A empresa quer consolidar a liderança na pay tv, não obstante a sua base de clientes estar sob fogo cerrado da concorrência. “Não vamos perder clientes por causa do preço”, asseverou Miguel Almeida.
“Temos de ter a melhor proposta de valor para os clientes”, comentou, adiantando que o preço é uma das variantes, mas, pelo mesmo serviço e pela mesma qualidade que oferece, não será pelo preço que a ZON Optimus vai perder clientes.
A ambição da empresa – frisou – passa pela liderança em inovação, qualidade do serviço e satisfação dos clientes, bem como pela marca. Não pela conquista do primeiro lugar entre os operadores: “Em dimensão de receitas não está nos nossos horizontes”, afirmou Miguel Almeida.
Por sua vez, o CFO da empresa, José Pedro Pereira da Costa, anunciou que as sinergias da fusão entre a ZON e a Optimus podem ascender aos 800 milhões de euros, o que traduz uma revisão em alta da estimativa inicial de 400 milhões.
Esta revisão – explicou – é o resultado de uma análise aprofundada de 125 projetos em que foram identicadas áreas de poupança e definidos objetivos, enquanto a estimativa inicial foi feita em pouco tempo e ainda com pouca informação.
Boa parte da poupança – 26% – advém da rede, em que a empresa prevê conseguir poupar 80 a 90 milhões até 2018. Para este ano, a ZON Optimus prevê investir 260 milhões de euros.

