O Google tem estado a investir milhões de dólares na encriptação do email. O Twitter tem planos para melhorar as proteções que já tem contra as tentativas de violação das mensagens. Estes são alguns exemplos de como as empresas estão a reagir às cada vez mais sofisticadas técnicas de espionagem.
As revelações sobre a atividade da NSA – a mais recente envolve a suposta violação dos servidores do Google e do Yahoo – têm colocada as tecnológicas sob pressão, principalmente aquelas cujo principal ativo é a confiança dos seus utilizadores, que lhes confiam a sua vida digital.
A estratégia das empresas não passa apenas pela tecnologia. O NYT escreve que elas têm apostado também na divulgação de informações sobre os pedidos que recebem das instituições governamentais, incluindo as tensas negociações que mantêm nos bastidores.
Uma analista da American Civil Liberties Union, citado no jornal, refere que a empresas “mais umas do que outras estão a tomar medidas para dificultar a vigilância sem o seu consentimento”. Apesar disso, será difícil desenvolver sistemas que os protejam verdadeiramente de qualquer interferência por causa do seu modelo de negócio, diz o mesmo responsável.

