O Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia explica que conseguiram reduzir ao seu limite máximo o espaço ocupado por cada “bit”, levando ao desenvolvimento de “um protótipo laboratorial de memória digital com ‘bits’ à escala atómica que supera a densidade de armazenamento das tecnologias atuais”.
De acordo com o laboratório, aquele protótipo alcançou uma densidade de armazenamento de 500 terabit por polegada quadrada, “500 vezes melhor do que os discos rígidos disponíveis no mercado”. Refere, ainda, que a “sociedade moderna cria mais de mil milhões de gigabytes de informação nova” todos os dias sendo que “é cada vez mais importante que cada ‘bit’ ocupe o menor espaço possível” para ser possível armazenar todos aqueles dados.
Segundo o laboratório, apesar da “nova abordagem” oferecer “excelentes perspetivas em termos de estabilidade e escalabilidade”, este tipo de memória não deverá ser introduzido nos centros de processamento de dados a curto prazo.

