Estes encerramentos vêm, consequentemente, contribuir para a quebra de emprego que se registou no ano anterior: menos 6593 postos de trabalho, 4222 dos quais na área Alimentar e 2371 na área Não Alimentar. Em 2010, pelo contrário, houve uma criação de 5195 empregos.
Ana Isabel Trigo Morais, diretora-geral da APED, explica: “O setor da Distribuição em Portugal atravessa uma grave crise que resulta de uma forte quebra do poder de compra dos consumidores, gerada pelas medidas de austeridade. O consumo em Portugal sofreu alterações profundas e está em queda livre”. Por esta razão, a APED considera que “não há qualquer espaço, por via fiscal, de onerar mais o setor, sob pena de a crise se agravar ainda mais”.
A maior redução regista-se no mercado Não Alimentar, com descidas acima dos 20 por cento em vários segmentos, segundo revela o Barómetro de Vendas APED do primeiro trimestre deste ano.
Fonte: LPM

