Um livro memorável
Tenho muitos, o último memorável é “Os Enamoramentos”, de Javier Marías. Não é uma clássica história de amor, é um romance que nos faz questionar o que as pessoas são capazes de fazer por amor. Reflete também as nossas incertezas, os pensamentos sombrios e a ambiguidade que sentimos nas nossa vidas. Apaixonaram-me as personagens femininas, os seus contornos e a forma extraordinária como Javier Marías escreve a mente, no feminino.
O filme da minha vida
“Lost in Translation”. Um filme fabuloso pela sua aparente simplicidade, fala-nos de encontros e desencontros, da capacidade que temos de nos questionarmos constantemente e de nos reinventarmos.
O hobby
Aprendi recentemente a fazer surf.
A série de eleição
A que estou a ver agora, “Big Little Lies”. Mostra os segredos obscuros de vidas que, à primeira vista, parecem perfeitas. Uma série que reflete as várias camadas das personagens femininas, com interpretações fabulosas.
Banda sonora da vida
Banda sonora do filme “Era uma vez na América”, de Ennio Morricone.
Um objeto indispensável
São dois: telemóvel e óculos de sol.
Um destino inesquecível
A nossa Costa Vicentina, sempre!
Onde não voltarei
Aos sítios onde não fui feliz.
O carimbo que falta no passaporte
Tantos ainda! Sri Lanka, Tailândia, Costa Rica, Austrália, ilhas Andaman…
O recanto em Lisboa
Lisboa, o melhor recanto que conheço no mundo.
Um prato marcante
Choco grelhado no carvão, com à brás nero di seppia.
Uma bebida
Vinho branco, porque é uma excelente companha para um momento de diversão, de conversa, de estar, sem ser uma bebida muito forte,
Se tivesse um superpoder, seria…
Gosto de lidar com a minha realidade, não acredito em superpoderes.
Tornei-me marketeer porque
Sou apaixonada por tudo o que gera resultados.
A estratégia de marketing perfeita é…
Aquela cujos objetivos se cumprem no prazo e no budget definido.
Se não fosse marketeer seria…
Sempre uma profissional de conteúdos, poderia ser em áreas distintas.
Uma marca de sempre
Nivea. É mesmo uma marca de sempre. Lembro-me das minhas férias de infância e Nivea estava sempre presente. Ainda hoje uso, continuo fã do produto e da lata azul, icónica!
Marca com que gostaria de trabalhar
Prada. Pela pessoa que está por detrás da marca, Miuccia Prada. O que a diferencia do resto da moda é a sua aparente independência desta indústria. Segue o seu próprio caminho e demonstra um espírito destemido ao tentar novos estilos em cada coleção. Segue a sua energia e as coleções representam isso mesmo, refletem-na perfeitamente e isso vê-se também nas suas campanhas. Ou seja, um desafio constante para quem trabalha a marca Prada.
Campanha que gostaria de ter assinado
“Just do it” da Nike. Pela controvérsia à volta do conceito do diretor criativo Dan Wieden, que pegou nas últimas palavras de um assassino em massa, que ao ser fuzilado em 1977, gritou “Let’s do it”. Subverteu este momento e estas palavras para lançar um slogan que já tem 30 anos sem alteração. Pensamento lateral do melhor que já se viu!
O rosto ideal para uma campanha do Palácio Chiado
Se fosse vivo, o ilustre Monteiro dos Milhões.

