O contrato de patrocínio exigia que a agência pagasse 5 milhões de reais (1.604 milhões de euros), para adquirir a quota de serviço de patrocínio por um período de três anos.
Com esta quota, a agência poderia explorar os Direitos de Propriedade dos Jogos Olímpicos. Este modelo é semelhante ao adotado pelo Comité Olímpico de Londres 2012. Uma conta que foi ganha pela McCann local.
A Federação Nacional das Agências de Publicidade (Fenapro) e Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap) foram duas das entidades que reagiram contra este modelo.
Após estas reações, o Comité Rio 2016 mudou o método de seleção e adotou um modelo tradicional. Assim, em 2015 e 2016 decorrerão novos concursos.

