O júri desta nona edição foi composto por Guillaume Désanges (curador independente que trabalha em Paris) , Marina Fokidis (diretora da Kunsthalle Athena e da revista South) , Nav Haq (curador no MHKA) e Filipa Ramos (curadora independente portuguesa que trabalha e vive entre Londres e Milão).
Diogo Evangelista concorreu com um projeto de vídeo falsamente documento em que partindo de imagens fotográficas, material impresso e vídeos encontrados, convida a refletir sobre os “arquétipos de deserto, sonho, ilusão, utopia e paraíso”, como refere o autor. Diogo Evangelista refere ainda o vídeo associa “o planeta Marte a um paraíso perdido, representado pelas ilhas de Mauna Kea, no Havai, Faial, nos Açores, Nova Guiné, na Indonésia e Lanzarote, nas Ilhas Canárias”.
Nádia Ribeiro apresenta uma série de imagens que testemunham – recorrendo a diversos processos fotográficos – a degradação de um conjunto de flores, sublinhando a relação da fotografia com a temporalidade.
André Romão venceu com um trabalho composto pela projeção de um vídeo que apresenta uma colagem dos fragmentos do friso ocidental do Partenon. Esse friso testemunha e sintetiza, no seu desmembramento (os seus fragmentos estão espalhados por vários museus da Europa), a história do Ocidente.
Fonte: Serralves

