Entre os que dizem que “nada substitui as nossas estórias, os nossos filmes, as nossas séries, estão Maria João Bastos e Albano Jerónimo, atores; Luís Branquinho, diretor de fotografia; João Nuno Pinto, realizador; Filipe Melo, compositor; e Artur Pinheiro, diretor de arte.
Convidam ao regresso ao cinema, porque “as condições de segurança estão garantidas” e o cinema português precisa de apoio.

