Mais de metade destas saídas verificaram-se em 2012, um período que parece ter sido o mais difícil para estes profissionais.
Estas “perdas” foram resultados de programas massivos de reformas antecipadas, 81 encerramentos de títulos, despedimentos e baixas incentivadas. Do total das 10.193 saídas, 5.272 tiveram lugar em 2012 – o pior ano para o emprego nesta profissão.
Até ao final do ano passado foram contabilizados 9 mil profissionais que ficaram sem emprego, pelo que se calcula que outras mil saídas tenham ocorrido já em 2013. Contudo, no segundo trimestre deste ano registou-se uma desaceleração do número de despedimentos.
O Observatório do Emprego da FAPE fez a última atualização a 5 de agosto com o despedimento de 35 pessoas depois do encerramento do título El Periódico de Huelva. A atualização foi complementada com o despedimento de 27 pessoas do site de EiTB em maio e 30 trabalhadores no El Adelanto de Salamanca.
Em julho também baixava a “cortina” do Canal 19 de Guadalajara, o que resultou em cinco saídas, enquanto o encerramento do canal Popular TV Galicia se traduziu em 20 despedimentos.
Os dados refletem a maioria das recentes saídas que estão a acontecer em meios locais e regionais, após as grandes ondas de demissões nos media nacionais durante 2011 e 2012.
A maioria dos encerramentos tem acontecido pela incapacidade de resistência dos meios de comunicação à queda brutal das receitas.
Fonte: PR Notícias

