“Não fosse a extrema rapidez das respostas, pensaríamos que está de facto um ser humano a responder”, diz a agência, que salienta a importância deste tipo de ferramenta parecer “simples e natural”, apesar da sua imensa complexidade.
Entre as característas do chatbot, a Isobar destaca a capacidade de “tradução” de linguagem natural, sendo ele capaz de dar resposta a uma certa pergunta mesmo que esta seja feita de diversas formas, e a capacidade de “aprender” consigo próprio. Ou seja, “à medida que mais perguntas ou interacções acontecem, mais combinações de pergunta-resposta ficam armazenadas na base de dados (e nos algoritmos) do chatbot, que vai ficando cada vez mais completo e ‘humanizado'”. Esta possibilidade aproxima-o da intelegência artificial.

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