Este pavilhão é do Brasil, mas a cortiça é portuguesa

A Corticeira Amorim produziu mil metros quadrados de aglomerado de cortiça expandido MD Fachada para o Pavilhão do Brasil na Expo Milão. A feira decorre até dia 31 de outubro, sob a temática “Alimentar o Planeta, Energia para a Vida” e conta com a participação de 140 países.

O Pavilhão do Brasil é composto por dois edifícios contíguos. O primeiro corresponde a uma galeria aberta, feita de aço, que apresenta uma rede de pedestres a meia altura, permitindo que o visitante observe a biodiversidade típica do país por baixo dos pés, no piso térreo.

A galeria é complementada por um segundo edifício fechado, inteiramente revestido a aglomerado de cortiça expandido, um material que, quando sujeito às variações climatéricas, fica ligeiramente mais claro.

Sobre a utilização da cortiça portuguesa, Carlos Manuel Oliveira, diretor-geral da Amorim Isolamentos, defende que “apesar de Portugal não ter uma representação oficial no certame, através desta associação ao Pavilhão do Brasil, vemos um dos materiais mais representativos do nosso país em destaque no evento”.

Já o arquiteto Dario Pellizzari, do Studio Mosae, elogia “a escolha do aglomerado de cortiça MD Fachada”, que “permite oferecer uma solução inovadora que, com apenas 80 milímetros de espessura, garante um bom nível de isolamento térmico do edifício. Acresce que esta é uma matéria-prima 100% natural e a sua utilização não tem impactos negativos em termos de gases com efeito de estufa”.

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O pavilhão é do Brasil, mas a cortiça é portuguesa

Quinta-feira, 04 Junho 2015 10:24


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