Paul Mozur, jornalista do The New York Times a acompanhar as grandes empresas tecnológicas desde Hong Kong, deu de caras com a app Colorful Balloons na Apple App Store chinesa e encontrou grandes semelhanças com a Moments, uma app do Facebook para partilha de fotos.
Questionado pelo Business Insider sobre o assunto, o Facebook não negou o interesse, mas diz que essa não é a prioridade: “Há muito tempo que estamos interessados na China e estamos a tentar entender e aprender mais sobre o país, em diferentes aspetos. O nosso foco agora está em ajudar as empresas chinesas a se expandirem para novos mercados fora da China usando a nossa plataforma publicitária”.
A tentativa de entrar no país não será nova. No passado mês de novembro o The New York Times noticiou igualmente que a empresa de Mark Zuckerberg estava a criar uma ferramenta de censura para suprimir automaticamente determinados conteúdos, em áreas geográficas específicas, na esperança de que isso fosse suficiente para deixar entrar o Facebook no país. A empresa nunca confirmou a existência dessa ferramenta, mas é conhecido que o próprio Zuckerberg tem tentado aproximar-se dos responsáveis chineses e que esteve mesmo a aprender mandarim durante um ano.
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