A agência ligou um sensor de GPS a quatro surfistas (Tomás Valente, Afonso Antunes, Alex Botelho e José Ferreira) e enviou os movimentos desenhados nas ondas – sendo que cada desportista representava uma cor diferente – a Miguel Caeiro, um artista de rua conhecido por RAM.
Com o auxílio de alta tecnologia de georreferenciação, RAM teve como missão criar uma peça de arte em seis horas, inspirando-se nos movimentos dos surfistas. E o resultado é uma pintura de fogo.
O filme tem direção criativa de Edson Athayde, responsável também pelo copywriting com Viton Araújo, direção de arte de Eduardo Tavares e realização de Mário Patrocínio.

