O estudo, cujas principais conclusões foram apresentadas esta terça-feira, na conferência da Associação Portuguesa de Anunciantes, revela “um considerável número de contradições” que são um desafio para as marcas.
“As marcas e as empresas não podem fingir que não se passa nada, pois este estado de coisas implica coisas diferentes”, sustentou Carlos Liz.
Uma das conclusões do estudo aponta para o facto de os consumidores apreciarem cada vez mais uma “marca que acompanha em vez do toca e foge, que saiba fazer a vida connosco”, especificou o responsável da Ipsos Apeme.
Situação afetiva e amorosa, auto imagem, situação económica e social em Portugal e ocupação dos tempos livres são os drivers da felicidade para os portugueses, revela o estudo.
Em relação a um trabalho semelhante feito pela Ipsos Apeme em 2004 conclui-se que os portugueses estão menos felizes que há 10 anos. Também aumentou a descrença na felicidade: eram então 16 por cento e agora são 25 por cento.

