A empresa cria o sistema de amostra flexível para substituir o sistema First Click Free, estando as editoras livres para determinar quantos artigos – caso queiram proporcionar algum – querem disponibilizar aos potenciais subscritores com base nas estratégias de negócio de cada um.
A longo prazo, o plano é “criar um conjunto de produtos e serviços para ajudar os publishers de notícias a alcançarem novas audiências, a levar as audiências à subscrição de assinaturas e a aumentarem as suas receitas”, afirma o vice-presidente de News da Google, Richard Gingras. Ao longo prazo, diz que estão também a olhar para a forma como podem “simplificar todo o processo de compra para facilitar a subscrição dos conteúdos e o acesso ao mesmo nas várias plataformas”.
Esta decisão surge na sequência de estudos próprios, feedback de publishers e meses de experiências com o New York Times e Financial Times, ambos com serviços de assinaturas bem-sucedidos.
Outro desenvolvimento é a simplificação da subscrição de conteúdos. O primeiro passo é “tirar partido das tecnologias de identificação e pagamento já existentes para ajudar as pessoas fazerem assinaturas no website da publicação através de um único clique para, em seguida, terem acesso simples” a esses conteúdos em qualquer lado – quer seja no website do Publisher, na aplicação mobile ou no Google Newsstand, pesquisa Google ou Google News.
“Estamos também a olhar para a forma com as capacidades de Machine Learning da Google podem ajudar os publishers no reconhecimento de potenciais assinantes e a proporcionarem a oferta certa à audiência certa, na altura certa”, adianta Richard Gingras.

