Contrariando a tendência, ambos os títulos, Correio da Manhã – do grupo Cofina – e Jornal de Notícias – Controlinveste-, subiram um e dois por cento, respectivamente, vendendo uma média diária de 124412 e 86993 exemplares.
Já o jornal Público, da Sonaecom, e o jornal i, do empresário Jaime Antunes, pelo contrário, perderam um por cento e 36 por cento de circulação paga, respectivamente.
Apesar de a imprensa generalista continuar a perder compradores, com menos 2355 leitores no corrente ano, a queda representa uma recuperação face a períodos anteriores.
Relativamente aos jornais diários económicos, durante os primeiros seis meses do ano o Diário Económico continuou a ser o título “com melhor performance nas vendas”, segundo refere o mesmo título. Por sua vez, o Jornal de Negócios, do grupo Cofina, caiu dois por cento desde o início do ano, obtendo uma circulação paga a rondar os 9719 exemplares por dia, no primeiro semestre do ano.
Os jornais semanais também sentiram a quebra no número de compradores, com o Expresso e o Sol a caírem nos primeiros seis meses de 2011, cinco e trinta e cinco por cento, respectivamente. O Diário Económico revela ainda que a área de títulos semanais perdeu mais de 23 mil compradores.
O segmento de revistas semanais manteve a tendência descendente, perdendo igualmente compradores. A Focus “é a que cativa menos leitores, apesar de uma subida de 34 por cento”, refere o Diário Económico. A Visão é líder com 96963 títulos vendidos todas as quintas-feiras. A revista Sábado, por seu turno, apresenta uma quebra de um por cento, apesar de ter garantido vendas de quase 73 mil exemplares.
Dos títulos desportivos auditados pela APCT, o Record (Cofina) e O Jogo (Controlinveste), a APCT revela que o primeiro, apesar de ter caído 13 por cento, continua como líder, vendendo 61190 jornais no primeiro semestre do corrente ano, face aos 28204 do segundo.
Fonte: Diário Económico

