“Foi algo que acordámos há já algum tempo, e que combinámos se concretizaria no final de 2018. Foi o que aconteceu”, revela à Briefing José Pedro Dias Pinheiro. “Não é possível exigir mais a quem deu tudo ao grupo, depois de 40 anos de trabalho e de sucessos”, acrescenta garantindo que a fusão entre a Maxus e a MEC nada teve a ver com esta decisão. “O José Manuel sai e não é substituído”, explica, enaltecendo a competência da equipa da Wavemaker, que passará a reportar diretamente ao próprio.

