Considerando existir um “excesso de conflitualidade artificial em Portugal”, Carlos Magno assume agora a presidência do órgão regulador “cheio de confiança na regulação” e referindo que a equipa promete responder aos desafios com a prática, “nunca recusando a polémica, mas evitando a querela”.
Contactado pelo Briefing, Carlos Magno não acrescenta muito mais à “declaração de intenções” que proferiu na cerimónia de tomada de posse, dizendo apenas que a ERC apostará numa atitude “mais preventiva, não reactiva”.
Ainda no seu discurso de tomada de posse, Magno realça a importância da língua portuguesa no trabalho que o novo conselho regulador vai enfrentar. Indagado sobre o que significa destacar a língua em termos de regulação, o presidente refere que “é ter em conta que a língua portuguesa vale 17,5 por cento do PIB e que é um mercado que tem de ser tido em conta”.
Resta acrescentar que Arons de Carvalho assume a vice-presidência do conselho que fica completo com Alexandra Castro, Luísa Roseira e Rui Gomes.
Filipe Santa-Bárbara
Fonte: Briefing

