“O objetivo é incentivar o gosto pela escrita junto das comunidades que vivem em Macau, contribuindo também para a divulgação de novos talentos”, disse Rogério Beltrão Coelho.
O jornalista acrescentou que o lançamento de um concurso de contos “que ficam para a memória de Macau” traduz as “experiências de cada participante na própria cidade” e constitui uma iniciativa “de difusão cultural que é também responsabilidade dos jornais”.
Cada concorrente pode apresentar, até 13 de maio, três trabalhos a concurso com um máximo de cinco mil palavras em português e inglês ou dez mil em chinês, mas apenas um dos textos, que terão sempre Macau como tema central, poderá ser premiado.
Os contos, inéditos, serão avaliados por um júri que vai escolher nove, três em cada língua, que serão premiados com valores entre as cinco mil patacas e as duas mil patacas e a garantia da publicação e tradução para as restantes línguas.
JCS.
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