Relativamente às estratégias de crescimento para os próximos 12 meses, a maioria dos inquiridos (53%) irá apostar no desenvolvimento de novos produtos e serviços, 46% pretende crescer em quota de mercado, 36% irá investir na internacionalização e novos mercados, e 24% procura firmar alianças estratégicas.
Sobre as prioridades dos departamentos de TI, a IDC concluiu que 51% pretende melhorar a capacidade de resposta aos novos requisitos de negócio, 38% dos entrevistados refere que as infraestruturas serão consolidadas, 28% irá atualizar a infraestrutura, 27% procura melhorar processos, 25% irá reduzir os custos e 20% dos inquiridos afirma que pretende adotar serviços de cloud computing, aumentar segurança dos dados corporativos e reduzir a complexidade das TI.
Se o investimento em TI vai manter-se positivo, também as despesas com hardware tendem a crescer. A IDC apurou que os PC, armazenamento e redes estão no top de prioridades das organizações portuguesas. Simultaneamente, as aplicações de negócio, serviços de cloud computing e integração SI (sistemas de informação), crescerão a dois dígitos.
Ainda assim, no que diz respeito às decisões de investimento em TI, o próprio departamento perderá relevância, dominando os projetos liderados e geridos conjuntamente pelo departamento de TI e áreas de negócio (44%).

