De acordo com as estatísticas da cultura divulgadas na quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) essa importância tem vindo a decrescer desde 2008, ano em que atingiu 53%. Em 2012, e por tipo de publicação, os jornais ofereceram 30% dos exemplares e venderam 70%, enquanto nas revistas a circulação paga foi 76% no total de exemplares em circulação.
O INE informa que no ano passado as 1 399 publicações periódicas consideradas registaram 25398 edições anuais, 518 milhões de exemplares de tiragem total e 395,2 milhões de exemplares de circulação total, dos quais foram vendidos 276,5 milhões.
Face ao ano anterior, os materiais impressos registaram quebras acentuadas na circulação total (-32,9%), tiragem total (-28,1%), número de exemplares vendidos (-12,3%), número de publicações (-7,5%) e de edições (-7%).
Do total das publicações periódicas consideradas, a maioria (65,7%) tinha como suporte de difusão o “Papel”, enquanto 34,3% eram difundidas em suporte “Papel e eletrónico simultaneamente”.

