O melhor e o pior de 2017? Mário Mandacaru fez as suas escolhas

Com o novo ano acabado de estrear, partilhamos as escolhas de Mário Mandacaru, um dos fundadores de A Equipa. Sobre 2017 diz que o melhor mesmo foi o nascimento da neta. No que toca ao mundo das marcas não deixa de referir a nova identidade da F1.

 

O pior

O tal jantar no Panteão. Sim, não fui convidado, mas isso eu já ultrapassei. Foi uma ideia patusca, mas é o de menos, há ideias piores (lançar mísseis sobre o Mar do Japão, por exemplo). O pior foi ter sido tão mal gerida toda a situação, denotando um provincianismo que já não nos assenta mais. Coisas destas afetam uma Marca, a de Portugal.

O melhor – 1

Desde que o Senna deixou de correr (e de fazer tudo o mais) deixei de acompanhar a Fórmula 1. Mas nunca deixei de não gostar da Marca F1, tão pouco elegante com o seu pente à direita e uma tipografia digna de ir dar uma curva. A nova marca desenvolvida pela W&K mantém a inclinação um pouco exagerada para o meu gosto, mas é muito mais afirmativa e expressa muito melhor o espírito dessa competição. Se vou voltar a acompanhar as provas? Acho que não.

O melhor – 2

Vou na segunda temporada da serie “Manutenção da Espécie”. O impacto global do nascimento de uma neta pode parecer ínfimo, mas não é. Se o surgimento de futuros protagonistas não é suficiente para nos motivar a trabalhar no sentido de querermos melhorar o mundo com o nosso trabalho, o que será?

briefing@briefing.pt

 

Terça-feira, 02 Janeiro 2018 12:13


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