“O problema das marcas já não é falta de conteúdo. É excesso de irrelevância. Durante anos acreditámos que o desafio era ganhar atenção. Hoje percebemos que o verdadeiro desafio é merecê-la”, afirma o Chief Connection Officer do Publicis Groupe Portugal. Segundo Gustavo Otto, o Content Studio procura transformar “sinais culturais, comunidades e influência” em vantagem competitiva para os clientes.
A operação parte da identificação de temas, comunidades e conversas relevantes para cada marca, recorrendo a ferramentas proprietárias do Publicis Groupe, como Connected Identity, NÓIA e ID Fuel, que cruzam dados, sinais culturais, conversas e comportamentos.
Esta leitura é estruturada através da metodologia Culture Shapers, que cruza cinco dimensões: comunidades, conversas, temas, momentos e sinais emergentes. O objetivo é distinguir oportunidades culturais com potencial de gerar valor do simples ruído, escolhendo creators e líderes de comunidade pela sua capacidade de influenciar conversas e gerar impacto, e não apenas pela dimensão da audiência.
O Content Studio estrutura a sua operação em três áreas: implementação de campanhas e ocupação digital; gestão de conversas e comunidades; e desenvolvimento de projetos especiais, ativos proprietários e parcerias culturais. A abordagem inclui conteúdos adaptados às diferentes plataformas, estratégias always-on, social listening, community management, plataformas editoriais, séries de conteúdo, estudos e experiências.
Carolina Neves

