“Nunca a célebre frase “…prognósticos só no final do jogo…” se aplicou tão bem à realidade em que vivemos.
Existe, no entanto, uma certeza, a de que o mercado vai continuar a decrescer. A questão é quanto? Pela lógica, e uma vez que no segundo semestre de 2011 a quebra dos investimentos publicitários já foi bastante acentuada, esta deveria ser menos acentuada que no 1º trimestre.
Acontece que são muitas as variáveis que condicionam o ambiente em que vivemos e estas têm vindo a potenciar a ‘pescadinha de rabo na boca’ que é a falta de confiança de consumidores e anunciantes.
Hoje, mesmo aqueles que poderiam manter o seu padrão de consumo habitual não o fazem.
Esta crise, por se avizinhar sem fim à vista, está a ter consequências na alteração do comportamento dos consumidores, que, cada vez mais informados e conscientes, tornam-se mais racionais e objetivos no processo de decisão de compra.
Acredito que, cada vez mais, valores como justeza na relação custo/beneficio, sustentabilidade e comércio justo vão ser ainda mais importantes e determinar as escolhas dos consumidores”.
Fonte: Briefing

