Em comunicado, a organização afirma que os motores de busca online são pela primeira vez apontados como a “1.ª Fonte de Informação Geral” (32 por cento) e “Fonte para Confirmar Informações” (26 por cento).
A televisão ou os noticiários televisivos são a segunda fonte considerada por 23 por cento dos entrevistados como a “1.ª Fonte de Informação Geral” e o segundo meio para validar/confirmar informação (21 por cento). Enquanto isso 7 por cento aponta a rádio ou noticiário de rádio para validar informação.
Os sites de redes sociais são citados por 3 por cento dos entrevistados como a sua “1.ª Fonte de informação geral” – 2 por cento dos entrevistados utiliza as redes sociais como meio de validar/confirmar informação.
Os meios identificados como “1.ª Fonte de informação geral” para confirmar informações são vários, mas no geral o ceticismo aumenta gradualmente em Portugal, o que está em linha com os restantes países onde este estudo foi realizado – cerca de 64 por cento dos entrevistados admitiu necessitar ser exposto à mesma informação entre três a cinco vezes.
De acordo com o Edelman Trust Barometer, em 2013, 61 por cento dos inquiridos residentes em Portugal afirmou necessitar ser exposto à mesma informação entre 3 a 5 vezes para acreditar. Em 2012 este valor foi de 59 por cento.
Em termos globais o estudo indica que o valor geral da confiança nas Instituições decresceu em Portugal. No entanto, pela primeira vez, há uma disputa entre as ONG e as empresas enquanto instituição mais confiada: as primeiras fruto de uma perda de confiança contínua desde 2011 (de 69 por cento para 58 por cento) e as segundas graças a um crescimento sustentado desde 2010 (de 34 por cento para 57 por cento).
Fonte: GCI

