O processo contra o antigo ministro da Cultura de Guterres foi colocado pela agência de comunicação pela publicação de um livro da sua autoria onde se acusava a Cunha Vaz e Associados de comprar jornalistas e comentadores. A obra foi publicada após a derrota de Carrilho nas eleições para a Câmara de Lisboa, em 2005.
O acórdão da Relação de Lisboa nega provimento ao recurso interposto pela agência de comunicação depois da absolvição na primeira instância judicial. Carrilho estava acusado de nove crimes, entre eles difamação e ofensa a pessoa coletiva.
Na obra, intitulada “Sob o Signo da Verdade”, o antigo ministro relata que foi contactado por António Cunha Vaz, responsável máximo pela agência de comunicação, para lhe oferecer os serviços da sua empresa durante a campanha para as autárquicas, que incluiriam “a recolha – obviamente ilícita – de fundos, e a compra de opinião”.
Fonte: Diário Digital

