Os wearables básicos, como as pulseiras fitness, representaram 70% do total de unidades vendidas em 2015, com as vendas a crescer 256% face ao ano anterior. Já os wearables inteligentes, como por exemplo os smartwatches, representaram 30% das vendas totais e verificaram um crescimento de 334% face ao ano de 2014, conclui a IDC.
Francisco Jerónimo, diretor europeu de Research da Área de Terminais Móveis da IDC, comenta que “o mercado português de wearables ainda é bastante incipiente. Em 2015 as vendas de wearables representaram apenas 4% das vendas totais de smartphones, ou seja, foram vendidos 321 wearables por dia em 2015, um número significativamente inferior aos cerca de 8 mil smartphones que se venderam em média, por dia, no ano passado. A limitada oferta de produtos e o quase total desconhecimento por parte dos consumidores das capacidades e valor destes produtos, leva a que o mercado ainda seja reduzido”.
Para 2016, a IDC prevê que o número de wearables vendidos ultrapasse as 170 mil unidades um crescimento de 46% face a 2015. Já os smartwatches deverão registar um crescimento de 68%, impulsionado pelo Apple Watch.

