Os consumidores nacionais são aqueles que, juntamente com os búlgaros, demonstram maior disponibilidade para adquirir um bem por valores mais elevados por via da confiança que depositam na marca, 80%.
Este é um valor bem acima da média geral deste estudo, que não ultrapassa os 67%. No polo oposto está o Reino Unido, cujos consumidores parecem menos sensíveis aos apelos do branding: apenas 54% pagaria mais por um produto que pertencesse a determinada marca.
Em contrapartida, caso sintam alguma desconfiança pela marca, 73% dos portugueses garantem já ter deixado de comprar determinado produto que lhe esteja associado, a maior percentagem entre os países inquiridos – 15 pontos percentuais acima da média global.
Quanto às compras imprevistas, 51% dos inquiridos nacionais admitem já ter comprado um produto que não previam, apenas porque este lhe inspirava confiança. Exatamente o valor da média do estudo.
Os consumidores mais imprevisíveis são os romenos, com 67% de respostas afirmativas a este nível. Pelo contrário, os britânicos parecem ser os mais racionais, pois apenas 23% já compraram um bem ou serviço numa decisão de última hora.

