O projeto consiste na criação de um software que promove a eficiência das operações das organizações socias, desenhando e organizando as rotas das equipas, partilhando-as com “organizações amigas”. Além do prémio monetário, o AidHound conquistou ainda da parte da Canopy seis meses de incubação, para que possa desenvolver a ideia.
João Lopes Raimundo, administrador da CEMG, explica que o Montepio SocialTech surgiu “para criar pontes tecnológicas que permitam ajudar quem mais ajuda” e diz que, dado o sucesso da primeira edição, este é “sem dúvida, um projeto para repetir no futuro”. Na instituição bancária acreditam que “o empreendedorismo e a inovação social são essenciais para responder aos desafios que afetam a sociedade portuguesa” e que as soluções de base tecnológica são “fundamentais” para fazer crescer projetos de inovação social.
O programa terminou esta segunda-feira com o Demo Day, onde os 10 projetos finalistas apresentaram o seu pitch final, preparado ao longo de 12 semanas de incubação, formação e aceleração no Impact HUB Lisboa. Foi também distinguido o projeto Polis, que venceu o prémio atribuído pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, no valor de 3.500 euros.


