O estudo Brand Finance Football 50 analisa dados como a capacidade, tamanho e valor do estádio, presença dos clubes nas redes sociais, desempenho no campo, satisfação dos fãs, fair-play, uso do estádio e receitas para definir o Índice de Força da Marca (IFM), numa escala de 0 a 100. Tem também em conta todos resultados da época desportiva.
Segundo o relatório, a rivalidade entre Real Madrid e Barcelona, o seu desempenho na Europa e os seus estilos de futebol tornam as suas marcas “incomparáveis”. Nos últimos anos, o Barça esteve na primeira posição, mas os títulos na La Liga e na Champions League levaram o Real ao primeiro lugar, passando de um IFM de 94,6 em 2016 para 96,1 neste ano, tendo o Barcelona registado um índice de 95,4.
Apesar do poder no Real, é o Manchester United que vale mais. Enquanto a equipa inglesa vale 1.733 biliões de dólares, a equipa de Cristino Ronaldo fica pelos 1.419 biliões. Já a marca que mais cresceu foi o Newcastle, um crescimento de 92% face a 2016, graças à subida à primeira divisão.
O Brand Finance Football 50 indica ainda que no top10 das marcas mais valiosas estão cinco equipas inglesas, com o Chelsea e o Tottenham a registar dos maiores ganhos deste ano, e que os clubes da Premier League representam 46% do valor total das marca de futebol, mais do dobro de outras ligas.

