A coligação estudou as preferências dos consumidores nos Estados Unidos e em mercados europeus, tendo-lhes submetido 104 experiências publicitárias de modo a identificar quais as que estão mais relacionadas com a adoção de ad blockers.
Assim, entre as práticas a que os consumidores são menos recetivos estão seis formatos de anúncios para desktop e 12 para dispositivos móveis. Em função disso, a coligação incentiva a indústria a melhorar a experiência do consumidor.
Comentando estes resultados, o CEO da Federação Mundial de Anunciantes, Stephan Loerke, recomendou aos seus membros que apliquem as boas práticas agora recomendadas nas suas campanhas online, de modo a melhorar a experiência dos consumidores e reduzir o recurso a ferramentas de bloqueio de anúncios: “Espero que os consumidores vejam a diferença rapidamente à medida que anúncios pop-up e vídeos auto-play desapareçam dos seus ecrãs”.

