Com criatividade da Torke + CC, a campanha “Uma vista que custa” parte do princípio de que, “para alguns sócios fiéis ao seu clube, olhar pela janela da casa (e ver um estádio rival) é levar uma facada na cara”.
“Com os novos critérios do IMI, o imóvel até podia ter 22 horas de sol por dia e panorâmica sobre o Nilo, nunca em momento algum uma vista pode ser considerada boa se for virada para o estádio de um clube rival”, argumenta a rede imobiliária.
Os agentes da Century 21 – adianta – “perceberam que, se a vista já custa no coração, não deve custar também na carteira”. Daí predisporem-se a pagar o IMI aos sócios do Sporting, Benfica e Porto, com quotas em dia, e que adquiram ou coloquem em venda, em regime de exclusividade, um imóvel pelo montante máximo de 500 mil euros numa loja da rede.




