O estudo conclui ainda que o envolvimento dos consumidores com a publicidade nativa é 20 a 60% superior do que em relação aos tradicionais banners. O nativo tem menos probabilidades de ser maçador e cansativo para o público, gerando maiores taxas de recordação (três vezes superiores), CPM (duas vezes superior) e taxas de cliques, refere Yoav Arnstein, Head of EMEA Publisher Sales do Facebook.
No caso dos anunciantes que recorrem ao Audience Network do Facebook, espera-se que estes anúncios de parceiros externos cresçam a um ritmo de 70,7% ao ano e que sejam responsáveis por 10,6% de todos os anúncios mobile (somando 7,8 mil milhões de euros) em 2020.
Segundo dados do Facebook, a percentagem de aplicações que usam formatos publicitários nativos na Audience Network cresceu 10 vez mais do que no primeiro trimestre de 2015 e constituem já 83% de toda a rede.
Os resultados obtidos pela IHS baseiam-se em entrevistas aprofundadas com editores, fabricantes de jogos e aplicações, associações comerciais, agências, serviços musicais, redes de anúncios e fornecedores de tecnologia, em 25 países na Europa, Ásia, Pacífico e Américas.


