“Para o lançamento da revista preparámos uma edição muito especial, na qual elegemos as 20 mulheres mais influentes em áreas tão distintas da sociedade como os negócios, a cultura, a política, a ciência e a comunicação”, explica Isabel Canha, diretora e cofundadora da Executiva.
Sobre a aposta no impresso, a cofundadora avança que desde a criação do projeto que as fundadoras consideraram a presença em papel, eventos e televisão. “Queremos estar em todas as plataformas onde se encontrem mulheres para quem a carreira é uma parte importante da sua vida”, justifica Isabel Canha.
“Havia uma enorme lacuna no mercado editorial português: não existia um meio de informação e formação dirigido a mulheres profissionais (empresárias, gestoras, advogadas médicas, cientistas, etc.) especificamente pensado para ajudá-las a progredir na carreira, em que mais de 90% dos artigos são de negócios e carreira”, explica a profissional.
A diretora acrescenta que esta é “a primeira edição de muitas”, pois o objetivo é lançar o tema de um prémio anual, destinado às mulheres mais poderosas do país, que será atribuído no primeiro trimestre de 2016. A periodicidade será “no mínimo, semestral”, com o próximo número a chegar em março.



